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Alimentação adequada pode reduzir dores da cólica menstrual

Alimentação adequada pode reduzir dores da cólica menstrual

17/03/12

 

Muitas mulheres sofrem com as terríveis cólicas durante todo o período menstrual, em alguns casos as dores são tão fortes que acabam atrapalhando o seu dia a dia em casa ou no trabalho. Pois é, mas para a alegria de todas as mulheres, uma pesquisa publicada recentemente no Archives of Internal Medicine mostra que a vitamina D  pode funcionar como uma excelente aliada para amenizar tais sintomas. Pois é, os pesquisadores do Brigham and Women’s Hospital in Boston, nos Estados Unidos, afirmam que o consumo de alimentos ricos em vitamina D seria capaz de reduzir as dores em até 41%.
 
O estudo contou com a participação de quarenta mulheres de forma voluntária, com idade entre 18 e quarenta anos. Metade dessas mulheres recebeu uma dose única e elevada de vitamina D cinco dias antes do início do período menstrual, já as demais fez uso de placebo. De acordo com os cientistas pesquisadores, a vitamina D é indicada para o tratamento de inflamações e dores, incluindo as cólicas menstruais, o que foi evidenciado pelos resultads encontrados.
 
Geralmente, o tratamento  para alívio das cólicas menstruais inclui o uso de antiinflamatórios não esteroides, como o ibuprofeno. Na pesquisa, foi utilizada uma dose de vitamina D de cerca de 300.000 Unidades Internacionais (UI), que é extremamente elevada. Não é recomendado que as mulheres façam uso indiscriminado desta dosagem, já que as organizações de saúde preconizam a ingestão diária de 600UI. Entretanto, é muito difícil conseguir consumir 600UI de vitamina D apenas com o consumo de fontes alimentares ricas neste nutriente, como ovos, peixe e leite fortificado, principalmente para as mulheres que passam o dia atarefadas e não se alimentam corretamente.
 
Assim, o ideal é que as mulheres conversem com seus médicos sobre a possibilidade de ingerir suplementos de vitamina D e comecem a incluir na rotina diária, a exposição ao sol, nos horários recomendados, que também contribui para a produção de vitamina D.
 
Fonte: Archives of Internal Medicine